Nome do Sistema

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Mensagem por Admin em Seg 29 Jun 2015 - 13:18

Como poderíamos chamar o sistema para que ele expresse aquilo que desejamos?

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Re: Nome do Sistema

Mensagem por Letícia OSB em Ter 30 Jun 2015 - 10:34

Apenas para esclarecimento, "Franquia social é uma forma de usar as técnicas e ferramentas do franchising para expandir e replicar um projeto social. A principal diferença em relação à comercial é que não visa lucro, mas sim a sustentabilidade e o crescimento do projeto social."
Já existe há 15 anos projetos que vem se transformando em franquia social. Para mais informações, busque no Google "Franquia Social"

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Re: Nome do Sistema

Mensagem por Shirlei Sandim em Qua 1 Jul 2015 - 13:34

Eu acredito que poderíamos chamar de rede de observatórios sociais. É simples e retrata exatamente o que é.

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Re: Nome do Sistema

Mensagem por Observatório Londrina em Qui 2 Jul 2015 - 21:55

Olá

Para nós, a questão não se cinge ao nome do sistema. A questão é o conceito sobre o qual a Rede de Observatórios se sustenta. E, como o próprio nome diz, o conceito é o de Rede. Ou seja, estamos tratando de um conjunto de entidades que se assemelham por sua natureza e objetivos e, que, por isso, trocam experiências e informações importantes para a melhoria do trabalho de cada um de seus membros.

Neste contexto, o papel de coordenação (desempenhado pelo OSB) deveria ser o de promover a integração, facilitando o intercâmbio, documentando e divulgando, da forma mais eficaz possível, as boas práticas e experiências que podem ser adotadas pelos Observatórios.

Acredito que, nem mesmo o nome Observatório Social do Brasil seja adequado. O ideal seria denominar essa rede, como sugerido pela Shirlei, de Rede de Observatórios Sociais do Brasil. Poderiam fazer parte desta Rede, um Observatório Social do Brasil, que seria um Observatório com atuação em nível federal, Observatórios Sociais Estaduais e os Observatórios Sociais Municipais.

Porém, isso não é o mais importante por ora - o importante mesmo é definir como a Rede deve trabalhar e se articular.

Acredito que deveria haver uma Carta de Princípios, contendo objetivos e regras gerais de comportamento, obrigatórios para adesão à Rede, e, no mais, cada Observatório iria desenvolver seu trabalho, adaptando-se às realidades locais e desenvolvendo sua forma de trabalhar.

Eventuais transgressões às regras - problema que parece ser uma obsessão do OSB - poderiam ser objeto de averiguação por parte de uma Comissão de Observatórios, que, a exemplo de uma Sindicância, verificaria eventuais problemas na atuação do Observatório e sugeriria, em relatório, providências cabíveis à Rede. Acho que aplicação de penalidade deveria ser aprovada ou não por uma plenária maior. Mas, isso, a partir do coletivo dos Observatórios, e não por decisão exclusiva do OSB.

A questão da franquia é frontalmente contrária a este conceito, não apenas pela questão econômica - que é relevante mas talvez não a mais importante -, mas também porque passa a concentrar numa instância `superior´ todo o controle dos trabalhos, cessando o conceito de Rede e o protagonismo dos Observatórios.

Senão, vejamos: no sistema de franchising, o que leva um empresário a adquirir, como franqueado, o direito de explorar a marca de outro empresário, o franqueador? Ao meu ver, é o juízo de conveniência da aquisição de um know how empresarial e a possibilidade de aplicá-lo, mediante remuneração, numa determinada localização geográfica.

O franqueado não quer interagir com outros franqueados ou participar da administração da empresa franqueadora. Não. Ele quer simplesmente pagar a alguém para explorar a fórmula pronta em determinada área de atuação. Em muitas vezes, é apenas um investimento, algo de quem quer auferir um rendimento sem ter o trabalho de iniciar um empreendimento do zero e assumir todos os riscos daí resultantes.

Pois bem, isso vai exatamente na contramão do que os Observatórios pretendem: eles não querem comprar uma fórmula, mas sim desenvolver um trabalho social que envolve a formulação de diversas soluções em nível local, capacidade de se adaptar às particularidades municipais, inovação, etc.

Ou seja, o que se espera de um Observatório eficaz é o contrário do que se espera de um franqueado empresarial.

Assim, ao meu ver, a questão que se coloca é sobre os contornos segundo os quais os Observatórios vão interagir e manter sua identidade, porém, sem vedar a criatividade e a capacidade de adaptação que, em última análise, serão os fatores de sucesso de seu trabalho.

Acho, com todo o respeito, que o OSB confundiu um pouco sua natureza e seu propósito - mas estamos exatamente em hora de repensá-los a bem do fortalecimento orgânico de nossa Rede.

São estas, de momento, as considerações que teria para este tópico.

Obrigado

Observatório Londrina

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